Quando uma relação entre pais divorciados ou separados, não é a melhor, acontecem situações que se podem considerar no minimo, bizarras.
Acontece que uma mãe, pede ao seu ex-conjuge, para ficar com o filho no fim de semana que não é dela, deixando-o ir para o pai, dois dias antes do fim de semana da Páscoa. O pai acede, mas impõe uma condição que é a seguinte: a mãe deixa o filho ter um telemóvel, dado por ele, para assim falar com o seu filho com mais facilidade e vice-versa. A mãe diz que o filho já tem um telemóvel, que é o dela, cujo operador não é o mesmo do pai.
Eis senão, quando a mãe diz algo completamente desajustado da realidade. Para o filho ter esse telemóvel, o pai em troca terá de assinar uma carta e reconhecer a assinatura, autorizando que o menor fique em casa sózinho, em qualquer altura do dia, e note-se que o menor só tem 11 anos.
Um pedido destes só poderá vir de alguém que mentalmente deixa muito a desejar. Nunca, em ocasião alguma esse pai, assinará tal carta. E que espécie de mãe é esta que faz um pedido destes? Que espécie de mãe, manda o filho jantar depressa, afim de o deitar, para depois estar descansadamente com o seu namorado na sala, e o filho confinado ao quarto, como se de um prisioneiro se tratasse?
Esta mãe, quer fazer aquela troca de dias, única e simplesmente, porque nessa terça feira, a sua mãe, que é quem normalmente fica com o filho, já que ela não deixa a avó paterna estar com ele, como dizia, a avó materna vai para a sua terra passar a Páscoa.
O pai decerto não terá problema algum, antes pelo contrário, em fazer a troca sugerida, até porque, quanto mais tempo estiver com o filho, melhor para os dois.
Quanto á negação da mãe em relação ao telemóvel, é só para poder controlar o tempo que que o filho fala e o teor das conversas.
Esta mãe não está bem psicológicamente e está a ficar cada vez mais sem hipóteses aparentes de ter uma criança a seu cargo.

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