segunda-feira, 24 de março de 2008

Páscoa

Passei este fim de semana prolongado, da Páscoa, com o meu filho.
É muito agradável a cumplicidade existente entre os dois e este foi um dos melhores momentos em que estive com ele.
Não custa nada ao pai ou mãe, aquele que detém o poder paternal da criança, proporcionar momentos destes à criança, mesmo em ocasiões que não sejam de festa.

sexta-feira, 21 de março de 2008


quinta-feira, 20 de março de 2008


quarta-feira, 19 de março de 2008

Dia do Pai


Hoje, como todos sabem, foi assinalada a data que celebra o Dia do Pai.

Ao contrário de anos anteriores, em que não estive com o meu filho ou o tempo em que estava com ele limitava-se só a um almoço, por imposição de sua mãe, este ano, talvez devido á boa disposição dela estive com ele mais tempo que o habitual.

Passeámos e divertimo-nos.

terça-feira, 18 de março de 2008

Dádiva


Algo que nunca se deve fazer a uma criança, em casa, mas a nível escolar, é que a mesma sinta medo e até terror, só porque um teste ou dois não lhe correram de feição. Por meu lado, prefiro dizer-lhe que, paciência, aconteceu, mas agora vamos trabalhar para recuperar no próximo período. Estamos a falar de uma criança de 11 anos de idade, cuja situação na casa onde vive com a sua mãe, é deveras preocupante.

Por vezes e sabendo de pais e mães que impõem castigos aos filhos, pergunto-me se não seriam eles os merecedores de tais castigos.

Estes pais e mães tratam os filhos, como se fosse moeda de troca, afim de conseguir algo do ex-conjuge, mas é necessário que parem um minuto para pensar. Um filho não é uma lei nem uma condição, mas sim uma dádiva.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Mãe ????? (continuação)

Durante o dia de hoje o pai tentou por diversas vezes falar com a mãe do seu filho, afim de lhe transmitir que acedia ao que ela lhe tinha pedido ontem, mesmo sem a questão do telemóvel resolvida, pois o que está em jogo é o bem estar da criança. Como não conseguia falar com a mãe do seu filho, enviou um sms, dando-lhe conta do que tinha decidido.
Como ela não lhe disse mais nada, telefonou de novo já esta noite, e foi o filho que atendeu. Depois de falar com ele, pediu para perguntar á mãe se vai para junto do pai neste fim de semana ou na terça feira conforme pedido da mãe. Por infelicidade, este pai, ficou sem carga no telemóvel, quando o filho ia a dizer algo, que seria a resposta da mãe, que por muitas vezes em situações semelhantes, é inconclusiva. Depois de ter posto o telemóvel a carregar, ligou de novo mas a partir dessa altura, repetiu-se a mesma situação da manhã, ou seja, chama mas ninguém atende, até que ela desligou o telemóvel.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Mãe?????


Quando uma relação entre pais divorciados ou separados, não é a melhor, acontecem situações que se podem considerar no minimo, bizarras.

Acontece que uma mãe, pede ao seu ex-conjuge, para ficar com o filho no fim de semana que não é dela, deixando-o ir para o pai, dois dias antes do fim de semana da Páscoa. O pai acede, mas impõe uma condição que é a seguinte: a mãe deixa o filho ter um telemóvel, dado por ele, para assim falar com o seu filho com mais facilidade e vice-versa. A mãe diz que o filho já tem um telemóvel, que é o dela, cujo operador não é o mesmo do pai.

Eis senão, quando a mãe diz algo completamente desajustado da realidade. Para o filho ter esse telemóvel, o pai em troca terá de assinar uma carta e reconhecer a assinatura, autorizando que o menor fique em casa sózinho, em qualquer altura do dia, e note-se que o menor só tem 11 anos.

Um pedido destes só poderá vir de alguém que mentalmente deixa muito a desejar. Nunca, em ocasião alguma esse pai, assinará tal carta. E que espécie de mãe é esta que faz um pedido destes? Que espécie de mãe, manda o filho jantar depressa, afim de o deitar, para depois estar descansadamente com o seu namorado na sala, e o filho confinado ao quarto, como se de um prisioneiro se tratasse?

Esta mãe, quer fazer aquela troca de dias, única e simplesmente, porque nessa terça feira, a sua mãe, que é quem normalmente fica com o filho, já que ela não deixa a avó paterna estar com ele, como dizia, a avó materna vai para a sua terra passar a Páscoa.

O pai decerto não terá problema algum, antes pelo contrário, em fazer a troca sugerida, até porque, quanto mais tempo estiver com o filho, melhor para os dois.

Quanto á negação da mãe em relação ao telemóvel, é só para poder controlar o tempo que que o filho fala e o teor das conversas.

Esta mãe não está bem psicológicamente e está a ficar cada vez mais sem hipóteses aparentes de ter uma criança a seu cargo.

 
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